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Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz leva público em um passeio pelos ritmos carnavalescos em noite de celebração

Músicas brasileiras e europeias animaram o cortejo, que saiu do Theatro, passou pela Praça da República e retornou para a frente da centenária casa de espetáculos
Por Lorena Saraiva (ASCOM)
13/02/2026 09h04 - Atualizada em em 19/02/2026 09h10

Na noite da última quinta-feira, 12, o Theatro da Paz entrou em clima carnavalesco com o espetáculo “Carnaval Sinfônico”, da Orquestra Sinfônica, sob a regência do maestro titular Miguel Campos Neto.

A partir do seu repertório, o concerto fez um passeio pelas manifestações de Carnaval ao longo do tempo pelo mundo até os dias atuais, sob a regência do Maestro Miguel Campos Neto e a participação do solista Joás Saraiva.

“É uma mistura de sensações, porque é diferente quando estamos sentados junto com a Orquestra e quando estamos diante dela, na posição de solista. ainda mais com o oboé, que não é um instrumento ‘muito comum’, e eu tive toda uma preparação nos últimos dias. É nervosismo e empolgação ao mesmo tempo”, contou o solista.

Ao final, o público foi surpreendido com o cortejo dos músicos da OSTP pelo interior da casa de espetáculos até a Praça da República entoando marchinhas de Carnaval.

A advogada Biancla Castro foi a convite de uma amiga e se surpreendeu com o concerto e  com a potência da Orquestra.  “Eu adorei o espetáculo, me surpreendeu muito, porque eu realmente não sabia o tema e que ia ser de Carnaval. Eu recebi o convite e não pensei duas vezes, porque eu adoro ir ao teatro. Adorei, porque contemplou vários tipos de pessoas e eles tocaram vários ritmos diferentes”.

O “Carnaval Sinfônico” é um espetáculo tradicional da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, no qual os músicos podem se apresentar de modo mais informal com fantasias. Além de ser um momento de difusão da cultura carnavalesca à plateia com a mistura de músicas europeias e brasileiras encerrando com o cortejo em frente ao Theatro.

A programação é uma iniciativa do Governo do Pará por meio da Secretaria do Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM).

Texto: Lorena Saraiva