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Projeto Sons de Acolhimento inicia agenda de 2026 no Hospital Ophir Loyola

Músicos da Amazônia Jazz Band levaram música aos pacientes e profissionais da instituição, referência em tratamento oncológico no Pará
Por Lorena Saraiva (ASCOM)
29/01/2026 11h27 - Atualizada em em 30/01/2026 11h46

Na manhã desta quinta-feira, 29, o Hospital Ophir Loyola recebeu a primeira edição de 2026 do projeto “Sons de Acolhimento”, com a apresentação do septeto da Amazônia Jazz Band, corpo artístico do Theatro da Paz, para pacientes, colaboradores e servidores sob o comando do maestro titular da Amazônia Jazz Band, Eduardo Lima.

A iniciativa é do Governo do Pará por meio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Theatro da Paz e Academia Paraense de Música (APM) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e Hospital Ophir Loyola.

O secretário de saúde, Ualame Machado, ressaltou a importância da humanização no atendimento hospitalar e a música como aliada no processo. “É importante fazer humanização, em especial através da música. É importante para tranquilizar o paciente e a família que o acompanha. Traz também a calma e o preparo necessário, além da valorização da cultura do Pará. Tudo isto interliga, harmoniza melhor e humaniza o atendimento”.

O projeto busca ampliar o acesso à cultura e fortalecer a inclusão social, levando apresentações musicais a locais onde são mais necessárias.  Os integrantes da Big Band do Theatro da Paz percorreram alas e setores da instituição levando músicas regionais, nacionais e internacionais para pacientes e colaboradores. “O projeto Sons de Acolhimento é muito especial, a Amazônia gosta muito de fazer. A gente se emociona muito, porque a gente traz a qualidade da AJB para os hospitais. Estamos muito felizes de estar aqui, começando o ano, e tenho certeza que será um ano de grande sucesso”, conta Eduardo Lima.

Para o diretor clínico do Hospital Ophir Loyola, Fábio Araújo, a parceria contribuiu para a manutenção do ambiente hospitalar harmonioso. “Este projeto é muito bonito e importante pra gente. Impacta demais na vida dos pacientes e dos seus familiares. Ajuda a melhorar o ambiente, a harmonia e a energia do nosso hospital”, conclui.

A paciente Maria Rita da Silva, de 69 anos, acredita que a música oferece leveza e força para o tratamento. “Para mim, que sou paciente e para outros, a música é muito importante, porque aumenta o astral e a autoestima, ela nos fortalece. Dançar, se mexer, ouvir, tudo isto faz muito bem. Se pudesse, teria música sempre no hospital, porque dá força, amor, esperança e alegria para nós pacientes”.

O projeto Sons de Acolhimento é realizado em hospitais públicos do Estado, conforme o calendário da saúde e a agenda dos músicos dos corpos artísticos do Theatro da Paz.

Texto: Lorena Saraiva